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Rota da Azenha

Características Gerais:

Distância aproximada: 4,6 km.
Duração aproximada: 2h45 min.
Tipo de percurso: circular de pequena rota.
Grau de dificuldade: baixo.
Partida/chegada: Quinta de Pentieiros.

Ortofotomapa (PDF | 5 mb) faça aqui o download do mapa da Rota da Azenha

azenha

barra1 Rota  .:.  barra2 Limite das LBSPA

Descrição:

Esta rota começa na Quinta de Pentieiros, exploração agropecuária e florestal adquirida, pelo Município de Ponte de Lima, no âmbito do projeto de valorização da Área Protegida. A Quinta de Pentieiros, que pode ser visitada por um valor simbólico, concentra várias infra-estruturas e equipamentos associados ao alojamento, ao recreio e ao lazer e à demonstração e experimentação de técnicas e culturas agro-pecuárias e florestais, sendo que estas últimas estão enquadradas numa quinta pedagógica.

Será de destacar, no âmbito do património edificado, a Casa de Pentieiros de que foi "senhor Gonçalo de Sousa Menezes" e teve durante o séc XVII o mesmo morgado que o Solar de Bertiandos, Francisco Pereira da Silva.

Na área envolvente à Quinta de Pentieiros localizam-se ainda as seguintes infra-estruturas: a loja da Quinta, com restaurante/mercearia/bar, que confere apoio ao parque de campismo; um centro aventura e de atividades de natureza; o Centro Educativo das Lagoas, que inclui instalações de campos de férias geridas pela Área Protegida; e um polidesportivo.

De regresso ao percurso, tomamos a estrada municipal, seguindo em direção à igreja de Estorãos. O templo sofreu vários acrescentos ao longo dos séculos e foi numa das obras no início do séc. XX que foi encontrada uma Ara atribuível ao período romano, dedicada ao Génio Tiauranceaico (um dos génios protetores das povoações). Encontra-se no Museu Nacional de Arqueologia, embora exista uma cópia na Igreja. No exterior do edifício também são visíveis as alterações, nomeadamente ao nível da fachada, onde se nota um aumento na parte superior. A torre sineira é obra de meados do séc. XX, possui gárgulas de canhão em cada ângulo.

Daqui vamos desfrutar as águas do rio Estorãos, sobre as quais passa uma magnífica ponte em cavalete que muitos dizem ser obra romana, mas que é uma construção do séc. XVI ou mesmo XVII. Tem três arcos desiguais e lalhamares semelhantes aos das pontes romanas, mas não possui qualquer outro elemento que a date desse período. A comparação não é no entanto descabida, pois o caminho romano anda muito próximo e o rio Estorãos teria de ser atravessado no local elevado uma vez que no inverno as zonas alagadas da Veiga não eram transponíveis.

Ainda na ponte podemos admirar um cruzeiro, que se encontra ao centro. Na margem, uma azenha agora recuperada e funcionando como Unidade de Turismo Rural, surge como exemplo das muitas que encontraram no rio a sua fonte de energia. Na margem direita, à boca da ponte estão as alminhas que serviam para proteger os viajantes, lembrando-os de rezarem como forma de os salvaguardar do perigo. A inscrição no corpo inferior confirma-o: LEMBRAI-VOS DAS ALMAS COM UM PADRE NOSSO COM UMA AVE MARIA. Todo o conjunto possui elementos arquitetónicos do séc. XVIII.

Daqui, passamos a azenha e dirigimo-nos para a direita, em direção à Capela de Santo Amaro. Templo do séc. XVIII tem no interior para além da imagem do padroeiro, a imagem de S Pedro e da Nª Sr.ª . Na fachada lê-se a seguinte inscrição: NOS/AUTEM-GLO/RIA RIO....... CRUCE/DOMINI174 [2ou4]. Seguimos até à estátua das Quatro Mãos, símbolo da união de quatro freguesias, a saber, Estorãos, Moreira do Lima, S. Pedro de Arcos e Sá, perante um momento difícil do ponto de vista da subsistência daquelas comunidades, atravessando a área agrícola denominada, localmente, por veiga do Sobreiro. 

De regresso à Quinta de Pentieiros, passamos ainda pelas antigas instalações da Cooperativa de Estorãos, associadas ao projeto de emparcelamento agrícola da década de 60, recuperadas em 2010, pelo Município de Ponte de Lima, para servir de apoio à dinamização das atividades agro-pecuárias e florestais da Área Protegida e zona envolvente.

 
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Notícias do Município
Bacalhau, Doçaria, Mel e Sidra os ingredientes que fizeram sucesso no VII Festival do Bacalhau e da Doçaria em Ponte de Lima
publicada em: 13.12.2017

A VII edição do Festival do Bacalhau e Doçaria (mel e sidra) que se realizou no passado fim-de-semana no Pavilhão de Feiras e Exposições, foi ponto de encontro de muitas famílias, que assim conviveram e provaram este petisco, rei e senhor nas mesas de todos os restaurantes aderentes ao projeto Em Época Baixa, Ponte de Lima em Alta.

Com a proximidade da época natalícia, este Festival ganhou maior destaque pela elevada procura por parte do público pelos produtos típicos desta quadra, o bacalhau, o mel, a sidra, os licores, os chocolates, e a doçaria tradicional.

Promovido pelo Município de Ponte de Lima, este evento visa impulsionar um dos elementos chave da cozinha tradicional da região, apresentando-se também como um fator de atratividade, como sustentou o Presidente da Câmara Municipal de Ponte de Lima, Eng.º Victor Mendes, na abertura oficial do evento (..) “Esta feira é uma verdadeira alavanca para a dinamização social e económica do nosso concelho.”

O autarca disse ainda que “esta é a nossa forma de impulsionar o comércio tradicional nesta época natalícia. (..) Numa parceria com a Associação Empresarial de Ponte de Lima vamos desenvolver diversas ações no Centro Histórico”. Neste contexto, realizou-se durante esta edição do Festival do Bacalhau e Doçaria, o I concurso de Bolo-rei. Foram treze as propostas de Bolo-rei apresentadas a concurso, tendo o júri deliberado a seguinte votação:

  • 1.º Pastelaria Amor e Canela – Ponte de Lima
  • 2.º Padaria e Pastelaria O Farinheiro – Seara – Ponte de Lima
  • 3.º Padaria da Feira – S. Julião de Freixo – Ponte de Lima

Os visitantes do VII Festival do Bacalhau e Doçaria (mel e sidra) tiveram ainda a oportunidade de assistir aos vários showcookings e provas de degustação que decorreram ao longo do fim-de-semana, bem como a espetáculos de música popular, fados de Coimbra, desfile de moda e a apresentação de uma peça de artesanato, a “Vaquinha Minhota” acompanhada do lançamento do conto infantil “Rosália, a Princesa do Lima”, da autoria da artesã limiana, Nélia Saraiva. 

Inauguração da exposição ?Casas com história ? Vinhos de Excelência: Quinta de Paços e Casa do Capitão-mor? | 15 de dezembro de 2017 às 18h00
publicada em: 12.12.2017

Estará patente no Centro de Interpretação e Promoção do Vinho Verde, a partir do dia 15 de dezembro de 2017 até 30 de maio de 2018, a exposição temporária Casas com história – Vinhos de Excelência: Quinta de Paços e Casa do Capitão-mor.

Nesta exposição o destaque vai para os vinhos produzidos há já 500 anos na Quinta de Paços, sita em Barcelos, e na Casa do Capitão-mor, em Monção, e que têm vindo a somar diversos prémios de grande prestígio desde 1877, altura em que o vinho da Casa de Paços recebeu, em Filadélfia, um dos primeiros prémios internacionais atribuído a vinhos da Região dos Vinhos Verdes.

Atualmente a família e as propriedades estão representadas por D. Maria do Carmo Azevedo da Fonseca Matos Graça e pelo Dr. José Bento da Silva Ramos.

Trata-se apenas da primeira edição de um conjunto de exposições que visam dar a conhecer as casas e quintas cuja história esteve desde sempre ligada à produção de Vinho Verde de excelência.

A inauguração, que terá lugar no dia 15 de dezembro de 2017, às 18h00, no Centro de Interpretação e Promoção do Vinho Verde, culminará com uma prova comentada.

ULSAM promove recolha de sangue em Ponte de Lima
publicada em: 12.12.2017

O Serviço de Imunohemoterapia da Unidade Local de Saúde do Alto Minho, EPE (ULSAM), promove sexta-feira, dia 22 de dezembro, uma campanha de recolha de sangue. A ação acontece na Unidade Local de Saúde de Ponte de Lima, a partir das 9h30, e visa garantir à ULSAM e a todos os residentes no distrito de Viana do Castelo o apoio e a auto suficiência em transfusões.

Podem doar sangue todas as pessoas com bom estado de saúde, com hábitos de vida saudáveis, peso igual ou superior a 50 quilos e idade compreendida entre os 18 e 65 anos. Para uma primeira dádiva o limite de idade é aos 60 anos.

A ULSAM promove estas ações por todo o distrito ao longo do ano, o que tem permitido um stock de sangue suficiente para as necessidades dos utentes do distrito.

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