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Rela
18 de Janeiro de 2011
Rela
Rela

As relas são pequenos anfíbios verde-alface que, apesar de serem comuns em diversas zonas húmidas do nosso País, acabam por passar despercebidas à maioria.

Nome Científico: 
Hyla arborea

Identificação e Características:
A Rela é um pequeno anuro (anfíbio sem cauda), geralmente com menos de 5 cm de comprimento. Possui olhos proeminentes e laterais; a íris é dourada com reticulado escuro. Tem membros compridos com 5 dedos nas patas posteriores e 4 nas anteriores. Os dedos terminam em discos adesivos (característica que lhes permite trepar, mesmo em superfícies escorregadias). A pele das relas é lisa e brilhante superiormente e mais granulosa ventralmente.

A coloração é em geral verde-vivo, mas podem aparecer indivíduos azulados, acinzentados ou acastanhados. Apresentam tipicamente uma linha escura lateral (bordada dorsalmente por uma linha branca ou amarelada) que começa no focinho, passa pelo olho e se estende até à região inguinal. Ventralmente são brancas ou acinzentadas. Os machos apresentam um saco vocal externo muito grande que, quando insuflado, chega a ser maior que o tamanho da cabeça. Quando o saco vocal não está insuflado, podem observar-se pregas cutâneas na garganta.

Os girinos desta espécie nunca ultrapassam os 5 cm de comprimento. Ao eclodirem medem entre 0,5 e 1 cm. Superiormente são esverdeados com manchas e reflexos prateados. A região muscular da cauda apresenta dorsalmente uma banda comprida mais escura.. As membranas caudais são translúcidas com pequenas manchas escuras.

Distribuição e Ocorrência:
Ocupa grande parte do centro da Europa. Na Península Ibérica está ausente na costa mediterrânica e Andaluzia. Em Portugal só não existe no Algarve e no interior do Alentejo.

Pode ser muito abundante em certos locais, no entanto as suas populações têm sofrido uma regressão notável.

Estatuto de Conservação:
Esta espécie faz parte do anexo II da Convenção de Berna e do anexo B-IV da Directiva Aves/Habitats (DL 140/99 de 24 de Abril). Em Portugal é considerada não ameaçada (NT).

Factores de Ameaça:
Os principais factores de ameaça para esta espécie são o desaparecimento progressivo das zonas húmidas, onde se concentram em número elevado para se reproduzir, a destruição ou alteração da vegetação das ribeiras e a utilização de insecticidas.

Habitat:
As relas preferem habitats ricos em vegetação e relativamente húmidos, encontrando-se em zonas encharcadas, pântanos, lagoas, caniçais, arrozais, prados e outros meios similares. Vivem tanto ao nível do mar como em zonas de montanha.

Alimentação:
A sua dieta inclui diversos tipos de invertebrados tais como insectos, aracnídeos e miriápodes. Os girinos são herbívoros e detritívoros.

Inimigos naturais:
Os adultos são predados por cobras de água e por várias aves como as garças e as corujas. As larvas são predadas sobretudo por insectos aquáticos carnívoros e por aves aquáticas.

Reprodução:
Em Portugal a época de reprodução ocorre, em geral, entre Abril e Junho. Os machos são os primeiros a chegar aos locais de reprodução. Atraem a fêmea através de um chamamento e abraçam-nas pelas costas (amplexo axilar). O amplexo pode durar até 30 horas. A fêmea deposita cerca de 1000 ovos em cacho. Como locais de postura, as relas escolhem zonas com água parada ou com pouca corrente e com alguma vegetação aquática.

Movimentos:
Têm hábitos trepadores, encontrando-se frequentemente em ramos, folhas de árvores ou arbustos. Realizam migrações para os charcos, na época da reprodução. Podem dispersar-se muito.

Actividade:
Embora sejam predominantemente crepusculares e nocturnas, também podem observar-se indivíduos activos durante o dia, sobretudo após uma forte chuvada, uma tempestade ou com tempo nublado. No inverno hibernam por um período de tempo variável.

Na Paisagem Protegida:

É uma espécie muito comum na Paisagem Protegida, apesar de ser mais fáceis de ouvir do que observar. O seu canto assemelha-se a um "Crrruuáááá" prolongado.

Fonte: Naturlink.

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Notícias do Município
Museu dos Terceiros ? Início dos Serviços Educativos 2017/2018 ? ?O Nosso Património?
publicada em: 19.10.2017

Podem participar as crianças dos Jardins de Infância e os alunos do 1º e 2º ciclo deste concelho nas diversas ações.

Neste ano letivo, e no âmbito da Área de Projeto, o tema a desenvolver será: "O Nosso Património". As 12 turmas inscritas dos vários agrupamentos, irão deslocar-se mensalmente, de outubro a maio, para atividades específicas e diversas, ao Museu, à vila e a outros edifícios relevantes do património limiano.

Além da Área de Projeto, as escolas poderão também inscrever-se em atividades isoladas e visitas guiadas, que permitem uma familiarização com o espaço e o acervo do Museu.

Tomada de Posse dos Órgãos Autárquicos para o Quadriénio 2017-2021
publicada em: 17.10.2017

A cerimónia que decorreu no Auditório Rio Lima, incluiu a instalação dos novos órgãos autárquicos para a Assembleia e Câmara Municipal.

No discurso oficial de tomada de posse, o Eng.º Victor Mendes, reeleito pela 3ª vez, agradeceu a confiança que "os ponte-limenses decidiram delegar em mim e na equipa que muito me honro de liderar, para definir os destinos deste território e da sua notável comunidade, os Limianos. (..) Assumo-me como o Presidente de todos eles sem exceção e tudo farei para os representar, defender e trabalhar em prol da efetiva elevação e melhoria da qualidade de vida."

Considerando que "Hoje, o Poder Local tem que se antecipar a tudo, tem que estar presente e ser o garante da qualidade de vida dos cidadãos antes que estes se tornem reclamantes. Tem, também, o Poder Local a obrigação e o dever de antecipar políticas e não ficar à espera que seja a Administração Central a defini-las, pela nossa proximidade às pessoas, por fazermos uma política olhos-nos-olhos, por conhecermos o território como as nossas próprias mãos, por sermos, independentemente dos cargos que ocupamos, oriundos das comunidades que servimos, ou seja, iguais na forma de encarar os problemas" sustentou o presidente reeleito para quadriénio 2017-2021.

Em jeito de balanço do anterior mandato, o autarca realçou "o cumprimento rigoroso dos projetos levados a cabo, bem como dos orçamentos municipais."

Para este 3º mandato o Presidente da Câmara Municipal de Ponte de Lima garantiu que "teremos que continuar a manter uma competitividade territorial saudável. Quatro anos em que o nome de Ponte de Lima terá de ser marcado no contexto regional, nacional e internacional. Quatro anos em que teremos que saber estar no local e horas certas para não perder oportunidades e os meios necessários para fazer do nosso futuro o garante de bem-estar que afiançamos às populações que representamos."

Município de Ponte de Lima promove obra de estreia de José Luís da Costa Sousa
publicada em: 17.10.2017

O romance "A casa de Real", da autoria de José Luís da Costa Sousa, vai ser apresentado no próximo dia 28 de outubro, pelas 15h00, no Auditório da Biblioteca Municipal de Ponte de Lima. Trata-se da produção literária de estreia do escritor vianense que tem dedicado a sua vida profissional à área das Ciências da Educação, exercendo em diversas escolas do ensino secundário e superior, no país e no estrangeiro.

Celebre a literatura regional e venha conhecer a obra "A casa de Real", cuja apresentação estará a cargo do professor ponte-limense, Vítor Araújo.

Esperamos por si!

Sobre o autor:

José Luís da Costa Sousa nasce a 20 de setembro de 1948 em Viana do Castelo. Finaliza o Curso Geral dos Liceus no Liceu Nacional vianense e, em 1966, conclui o Curso de Professores de Educação Física do INEF. Depois do Mestrado em Ciências da Educação – Metodologia da EF (1994) -, obtém o grau de Doutor em Ciências da Educação – Formação de Professores (2000) -, lecionando em escolas secundárias e em instituições do ensino superior, com destaque para o Instituto Superior de Educação Física, a Escola Superior de Educação de Lisboa e a Escola Náutica Infante D. Henrique. Também exerce funções na Escola de Educação Física e Desporto da Guiné-Bissau e no Instituto Nacional de Educação Física de Luanda, Angola.

Sinopse da obra:

Sebastião Correia de Matos foi o nome pedido em batismo no ano em que a criança nasceu, supostamente 1870, tendo por cenário a capela paroquial, singela e em estilo românico e por isso mais admirada, de Santa Eulália, Refojos do Lima. Aceitaria partilhar vida consigo até à morte Angélica Maria Correia de Matos. Depois... Depois o tempo correu, e seguiram-se outras gerações de naturais altos e baixos. Até que em 1939, a apreensão pelo que pudesse acontecer na sociedade e na aldeia atingiu o auge: a Alemanha Nazi tinha invadido a Polónia.

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